segunda-feira, 19 de abril de 2010

Autonomia

Para o momento em que estou passando, tentando desenvolver este estágio, vejo em Paulo Freire, na Pedagogia da Autonomia, um bom rumo para seguir e me inspirar, pois ele coloca como absolutamente necessário o rigor metódico e intelectual que o educador deve desenvolver em si próprio, como pesquisador, sujeito curioso, que busca o saber e o assimila de uma forma crítica, não ingênua, com questionamentos, e orienta seus educandos a seguirem também essa linha metodológica de estudar e entender o mundo, relacionando os conhecimentos adquiridos com a realidade de sua vida, sua cidade, seu meio social. Afirma que "não há ensino sem pesquisa nem pesquisa sem ensino" (p. 32). Esse pesquisar, buscar e compreender criticamente só ocorrerá se o professor souber pensar. Para Freire, saber pensar é duvidar de suas próprias certezas, questionar suas verdades. Se o docente faz isso, terá facilidade de desenvolver em seus alunos o mesmo espírito. É o que estou tentando fazer, e espero realmente conseguir pois como é difícil para as crianças pensarem sozinhas. Eu, particularmente, aprendi este método de buscar respostas e valorizar a pesquisa durante o curso e muito bom que isto está ajudando bastante agora, pois também é uma forma de entender e aceitar o tempo de cada um e que também nem sempre o final é que importa, mas sim o caminho percorrido.






quarta-feira, 14 de abril de 2010

Começando o trabalho

Ao iniciar este estágio começo a me dar conta de como é mais difícil trabalhar com crianças de oito anos de idade tentando desenvolver um projeto de aprendizagem partindo de seus interesses. Nesta idade as crianças ainda não tem muita noção de como trabalhar em grupo, como desenvolver um assunto, ir atrás de pesquisas, enfim tudo o que envolve esta ideia de criar ou desenvolver a autonomia nas crianças. Claro que sabemos como todas as crianças estão acostumadas a ganhar tudo pronto, é mais fácil não só pra elas, mas pra nós também, pois nos poupa tempo e desgaste físico e psicológico. Continuar na busca? Claro que sim, só que agora tendo a certeza de que nem tudo sairá como eu imaginava, que terei que aprimorar várias etapas deste processo, visando o desenvolvimento e o emnvolvimento da maioria destes aslunos neste processo.

domingo, 28 de março de 2010

A tecnologia é um barato...

Ao criar novamente as páginas para fazer as anotações do estágio e as atividades novamente me deparo com o poder da tecnologia. Não sei se consegui fazer direito, por exemplo, o mapa do trajeto da escola, mas que quebrei a cabeça um monte, há isso quebrei. O que chama muito a minha atenção é o fato de colocarmos um endereço e aparecer exatamente o que queremos ver, enfim é um assombro! Mas por outro lado é um mundo fascinante, eu adoro estar mexendo pra aprender, não faço mais porque nem sempre sobra tempo ou a internet não ajuda, mas quero tornar, isso de usar a tecnologia, um hábito, não só agora durante o curso, mas depois também depois porque é algo que me fascina muito!

domingo, 21 de março de 2010

O COMEÇO DO FIM

Uma frase um tanto trágica mas que para mim é a que melhor traduz esse momento que estamos vivendo. Estamos entrando na reta final de uma caminhada que se iniciou cheia de expectativas e dúvidas, mas que agora conseguimos visualizar o final dele. Este caminho foi recheado de tantos sentimentos contraditórios, uniu realidades diferentes e fez várias pessoas sonharem o mesmo sonho. Ao iniciar o penúltimo semestre do curso, as expectativas e dúvidas ainda persistem, talvez até em maior grau. Neste semestre com o estágio é hora de colocar em prática o que aprendemos durante o curso e esperando realizar um bom trabalho. As dúvidas também fazem parte: Como começar? Por onde começar? Será que vou dar conta? Enfim, todos estes sentimentos que acompanham a gente desde o início. Espero sim conseguir realizar um bom trabalho para ter certeza que valeu a pena todo o esforço empenhado durante todo este tempo, mais ainda que eu consiga fazer deste estágio uma prática permanente de melhora do meu trabalho enquanto educadora.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Avaliação Inclusiva

Falar sobre avaliação é sempre complicado, mas necessário. Temos grandes dificuldades para realmente avaliar o aprendizado ou o crescimento de um aluno, mas nem por isso podemos fazer de conta que não é preciso ter critérios para avaliar. A avaliação inclusiva busca como o próprio nome diz avaliar o aluno em todos os momentos, sempre levando em conta a capacidade e a vontade que este aluno tem de desenvolver seu próprio aprendizado. Acompanhar o crescimento deste educando em todos os âmbitos e não só na hora de resolver uma prova.

Temas Geradores

Utilizar temas geradores para desenvolver atividades e buscar atingir o maior número possível de educandos no processo de aprendizagem em sala de aula é muito importante e com certeza vem de encontro ao que Paulo Freire pregava, a importância do diálogo entre as pessoas. Na escolha de um tema gerador o diálogo é o ponto alto para o sucesso da escolha, pois é o momento em que educadores e educandos se posicionam, concordam ou discordam, enfim acontece um crescimento intelectual e formação de indivíduos com opiniões próprias. E estes indivíduos com certeza saberão no futuro tomar as decisões corretas e argumentar sobre essa decisão. Trabalhar com temas geradores também é mais proveitoso para o aluno pois ele poderá estudar o assunto que mais lhe interessa, podendo assim pesquisar com prazer e consequentemente aprender mais, porque ele está buscando respostas para suas curiosidades e desenvolvendo várias habilidades durante este processo.

Planejar

Em linguagem relembramos um tema bastante importante que é o planejamento. Muitas vezes pensamos planejar pra quê? Mas podemos observar a importância que tem e como funciona melhor qualquer atividade se planejamos tudo direitinho, claro que podem ocorrer modificações no decorrer no processo, mas o planejamento é sempre um norte a ser seguido. Outra atividade muito pertinente foi trabalhar a oralidade com as crianças, pudemos observar como ela se comporta ao contar uma história, como funciona a imaginação, a criação de histórias, enfim o comportamento diferenciado em cada fase da vida.