Durante este semestre em Seminário Integrador surgiu o assunto PERGUNTAS. Fazemos perguntas todos os dias, ouvimos perguntas a todo o momento, umas que merecem resposta outras nem sempre são passíveis de retorno, mas durante a aula presencial que tivemos então chegou-se a conclusão que existem PERGUNTAS e PERGUNTAS???? aquelas que possuem um alto grau de aprendizagem e outras que nem tanto assim, aquelas que desencadeiam uma reflexão e que levam ao surgimento de idéias e esclarecimentos, já existem outras que não acrescentam nada para muitas pessoas, a não ser para aquela que fez a pergunta. O que penso é que este assunto é muito relativo, pois quem faz uma indagação quer satisfazer alguma curiosidade ou saber sobre algo que desconhece, então por que esta discussão se uma pergunta é mais ou menos "inteligente" do que outra? Lógico que muitas dúvidas são comuns a muitas pessoas ou a muitos alunos de uma classe, então a explicação ou a resposta a esta esclarecerá a dúvida coletiva, mas será que aquela pergunta sem importância também não deve ser tratada de maneira igual? Será que em sala de aula tenho o direito de "podar" aquele aluno que me faz uma pergunta que não tem a ver com o conteúdo só porque não é do interesse da classe?
quinta-feira, 17 de julho de 2008
PERGUNTAR POR QUÊ?
Durante este semestre em Seminário Integrador surgiu o assunto PERGUNTAS. Fazemos perguntas todos os dias, ouvimos perguntas a todo o momento, umas que merecem resposta outras nem sempre são passíveis de retorno, mas durante a aula presencial que tivemos então chegou-se a conclusão que existem PERGUNTAS e PERGUNTAS???? aquelas que possuem um alto grau de aprendizagem e outras que nem tanto assim, aquelas que desencadeiam uma reflexão e que levam ao surgimento de idéias e esclarecimentos, já existem outras que não acrescentam nada para muitas pessoas, a não ser para aquela que fez a pergunta. O que penso é que este assunto é muito relativo, pois quem faz uma indagação quer satisfazer alguma curiosidade ou saber sobre algo que desconhece, então por que esta discussão se uma pergunta é mais ou menos "inteligente" do que outra? Lógico que muitas dúvidas são comuns a muitas pessoas ou a muitos alunos de uma classe, então a explicação ou a resposta a esta esclarecerá a dúvida coletiva, mas será que aquela pergunta sem importância também não deve ser tratada de maneira igual? Será que em sala de aula tenho o direito de "podar" aquele aluno que me faz uma pergunta que não tem a ver com o conteúdo só porque não é do interesse da classe?
RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS
"A matemática é o alfabeto com que Deus escreveu o universo." (Galileu Galilei)
A metodologia de resolução de problemas em educação matemática visa tirar o aluno de sua tradicional postura passiva em sala de aula, para uma postura ativa e interessada e descontruir a noção de que a matemática é algo pronto e acabado. Problema, segundo autores como Lourdes Onuchik, é algo para o qual não se tem solução, mas se está interessado em buscar uma. A motivação em resolver problemas permite um processo de investigação que delinea novas propriedades matemáticas. Na busca pela solução do problema novas situações se colocam, que instigam a curiosidade matemática, muitas vezes dormente em cada um de nós.
Durante as atividades de matemática havia uma tratava sobre os diversos tipos de problemas que existem e que podem ser debatidos em sala de aula com os alunos, aqueles que apresentam mais de uma solução, aqueles que são mais fáceis ou mais difíceis de serem interpretados, enfim mostrava as várias formas que um problema pode adquirir dependendo do modo com ele é trabalhado, também nos remete a pensar e refletir sobre as maneiras de se trabalhar este assunto, como chamar a atenção dos alunos e levá-los a querer buscar as soluções adequadas para cada problemas apresentado.
PLANO INDIVIDUAL DE ESTUDOS
Propus como meta neste semestre que está terminando me aprofundar nos estudos sobre as diferentes teorias de aprendizagens, bem como quem são os defensores destas idéias. Para alcançar este objetivo terei que pesquisar e ler muito a respeito disso. Por que me propus a isso? Porque tenho a convicção de que para ser uma boa pedagoga tenho que conhecer muito bem sobre este assunto, preciso saber fazer citações, se for necessário, tendo a certeza de que estou falando corretamente. Também penso em adquirir alguns livros que tragam estas idéias com a finalidade de realizar pesquisas quando necessário for. Não alcancei ainda este propósito porque andei meio ausente das atividades por algum tempo, mas agora durante o recesso quero dar início a este trabalho, a fim de desenvolver mais ainda o hábito da leitura que é tão necessária para nós enquanto educadores e formadores de opinião.
terça-feira, 1 de julho de 2008
RETOMANDO OS ASSUNTOS
Depois de algum tempo afastada, volto a este espaço pra acrescentar algo mais sobre este semestre tão tumultuado que foi. Revendo atividades e fazendo as que estavam pendentes pude observar o quanto as interdisciplinas de ciências e estudos sociais, principalmente, foram desenvolvidas de maneira criativa e que nos ofereceram outras possibilidades de desenvolver conhecimentos sem muito blá blá blá. Estudos Sociais levando a gente a perceber a importância de trabalharmos a realidade de nossa comunidade escolar, dar valor a riqueza que têm os conhecimentos empíricos de uma comunidade. Jamais pensar que nosso aluno não tem noção alguma de localização, espaço ou tempo, podem não ter aquele conhecimento formal, mas ao seu modo sabem muito bem se virar. Desenvolver conteúdos é importante porque é da escola esta obrigação de realizar este objetivo, mas não podemos em hipótese alguma esquecer o cotidiano, os fatos que acontecem próximo da gente, porque afinal tudo isso irá formar a história desta gente, destas pessoas que fazem parte desta comunidade, deste lugar onde a escola está inserida.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
COMO INTRODUZIR UM ASSUNTO CIENTÍFICO SEM TRAUMATIZAR?

Ao pensar neste título me inspirei na aula presencial de ciências com o professor Mauricio, ele nos apresentou uma atividade muito prazerosa e que nos ensinava como dar o pontapé inicial de um assunto científico em sala de aula com crianças de qualquer idade apenas adaptando a atividade. O que aprendi com isso? O lógico que talvez nunca tenha me dado por conta, as crianças chegam até nós com vários conhecimentos empíricos sobre esta disciplina tão intressante que é a ciência, pois elas vivem em um ambiente, possuem animais domésticos, sabem as diferenças entre estações do ano, mesmo não sabendo o nome delas, enfim, uma gama enorme de conhecimentos que nós como educadores devemos ir aos poucos lapidando. Interessante também observar que estas crianças nos trazem várias idéias que se soubermos aproveitar desenvolveremos um trabalho riquíssimo. Representar a idéia sobre alguma coisa através de desenho é simplesmente uma atividade fantástica.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
ONDE HÁ NÚMEROS EM MINHA VIDA?

Ao realizar esta atividade tomei consciência de que realmente sou um número a mais fazendo parte de um todo imenso que é o nosso planeta, o nosso país, o estado, o município e até o meu local de trabalho. Interessante perceber que mesmo sabendo que os números são parte integrantes de minha vida, nunca havia parado pra pensar na dimensão ou a proporção que isto alcança. Muitas vezes em sala de aula trabalhando matemática com os alunos passa despercebido vários aspectos que poderiam ser desenvolvidos e até trabalhado com este tema. Agora sei que só o título deste trabalho dá pra desenvolver várias aulas em cima deste assunto, porque ele acaba sendo infindável, afinal os números são infinitos!
domingo, 13 de abril de 2008
Ciências
Interessantíssimo o modo como o professor fez a introdução do assunto desta interdisciplina. Representar a idéia que temos de algumas coisa através de desenhos é bastante interessante pois nos leva a uma reflexão profunda de como podemos fazer com que nossos alunos entendam certos assuntos que estão no seu cotidiano sem que eles, e até nós mesmos, nos demos conta de isso é ciências. Gostei também de ouvir quando ele sugeriu que todos nossos alunos trazem uma bagagem vasta de conhecimentos empíricos na área de ciências e que em nenhuma outra área isso é possível. Conversando com colegas concordamos com esta afirmação, pois ao tratarmos de meio ambiente estamos falando da nossa casa e seu entorno, de nossa escola e seus arredores, enfim tudo tem a ver com ciências, por isso que esta disciplina tem muito a ver. As atividades propostas também têm muito a ver com nosso dia-a-dia.
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