Este respeito e cooperação deve ocorrer em todas as situações: entre familiares, em casa, e na escola entre professores e alunos, pois só assim as crianças terão autonomia para se desenvolver moralmente, tendo chances de escolher e perceber o que é mais sensato seguir. As relações que envolvem as situações de construção do carátr, da moralidade ou que simplesmente permeiam estes assuntos são bastante complexas, pois cada ser humano é responsável pelas decisões que toma e pelo caminho que escolhe seguir. Para se tornar um adulto com esta capacidade, devemos ensinar desde cedo nossas crianças a tomarem decisões onde percebam que tudo aquilo que fazemo tem consequências positivas ou negativas, mas nunca passam em branco, e por isso precisamos saber como lidar com todas estas situações. Ter autonomia é isso, saber fazer escolhas tendo consciência sobre elas.
sábado, 11 de julho de 2009
Autonomia Moral
“...Quanto mais as relações forem permeadas de cooperação e respeito mútuo entre os sujeitos, maiores as chances de desenvolver a autonomia moral.” Piaget (1994)
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Desenvolvimento Moral
"O desenvolvimento moral é algo complexo de promover, já que envolve cognição e
afetividade. Os grupos com os quais a criança tem contato interferem de forma significante
em seus valores morais." Este trecho só vem reforçar aquilo que nós percebemos em nossas crianças, elas já chegam até nós com suas ideias pré-concebidas, ou seja, muitas vezes é muito difícil conseguir fazer com que uma criança se desapegue de algo que aprendeu em casa com seus pais ou na convivência com outras pessoas. Os exemplos são fortes e com certeza marcam mais do que as palavras. A criança chega à escola aos seis anos de idade e neste tempo ela já viveu e viu muitas experiências que vão construindo sua personalidade ao longo da vida. Na escola a educação moral acontece mais facilmente se conseguimos cativar esta criança e criar com ela laços de afeto e cumplicidade, sendo assim a partir da confiança desenvolvida mutuamente se torna mais fácil promover uma educação onde a moral e o caráter serão trabalhados de modo bem significativo.
afetividade. Os grupos com os quais a criança tem contato interferem de forma significante
em seus valores morais." Este trecho só vem reforçar aquilo que nós percebemos em nossas crianças, elas já chegam até nós com suas ideias pré-concebidas, ou seja, muitas vezes é muito difícil conseguir fazer com que uma criança se desapegue de algo que aprendeu em casa com seus pais ou na convivência com outras pessoas. Os exemplos são fortes e com certeza marcam mais do que as palavras. A criança chega à escola aos seis anos de idade e neste tempo ela já viveu e viu muitas experiências que vão construindo sua personalidade ao longo da vida. Na escola a educação moral acontece mais facilmente se conseguimos cativar esta criança e criar com ela laços de afeto e cumplicidade, sendo assim a partir da confiança desenvolvida mutuamente se torna mais fácil promover uma educação onde a moral e o caráter serão trabalhados de modo bem significativo.
domingo, 5 de julho de 2009
Moralidade???
Ao ler e estudar sobre este assunto, ficam várias interrogações e interpretações, pois a moralidade ou o desenvolvimento moral de todo o ser humano se dá a partir das vivências e exemplos pelos quais ou com os quais cruza durante o seu desenvolvimento como pessoa. Mas o que geralmente fica mais visível é que se uma criança não seguiu o "caminho do bem" foi na escola ou os professores que não souberam ensinar a ela o que era certo ou errado. Quando ouço que a escola não educa as crianças fico revoltada, porque entendo que educação a gente tem que trazer de casa, é lá primeiramente que aprendemos que existem coisas que podemos fazer e outras que não devemos fazer. Os exemplos mais fortes vemos em casa, pois na escola passamos pouco tempo em relação ao todo do nosso tempo. Mas como é mais fácil jogar mais esta "culpa" na escola e consequentemente sobre os professores, já que somos nós que estamos em sala de aula diariamente com estas crianças. Se tudo estivesse realmente em nossas mãos, ou se tivéssemos todo esse poder, com certeza não existiriam tantas crianças entrando tão cedo no mundo do crime e das drogas, pois com certeza não somos nós ou não é com nós que elas enxergam isso e ficam tentadas a experimentar.
sábado, 27 de junho de 2009
Educação
Segundo Kant: " O homem não pode se tornar um verdadeiro homem senão pela educação. Ele é aquilo que a educação dele faz." Esta frase vem de encontro a tudo o que a gente como educador expressa aos nossos alunos, pois a educação é o caminho que leva todos nós ao sucesso.Esse sucesso não é necessariamente o financeiro, mas ser bem sucedido em todos os aspectos da vida, por exemplo: ser querido e respeitado por todos, porque uma pessoa bem educada sabe respeitar a todos e consequentemente tembém recebe de volta este respeito. A educação é que nos torna diferente dos animais, nos dá o bom senso na hora de realizar uma ação, pois temos a oportunidade de pensar antes de agir, podemos controlar nossos impulsos e sentimentos, enfim nos dá todo o suporte para termos uma vida regrada. A batalha diária em nossas salas de aula é conseguir convencer nossas crianças de que isso realmente é verdade e que precisamos ter força de vontade para conseguirmos alcançar esta dimensão de pessoas bem educadas.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Entre os Muros da Escola
Um filme que mostra muitas situações conflituosas entre todas as pessoas envolvidas no cotidiano escolar. Envolve as relações entre professores e alunos, professores x professores, professores x direção, enfim tudo aquilo que envolve o dia-a-dia escolar. Interessante também observar as prioridades que cada segmento tem, onde muitas vezes para o grupo de professores é mais importante decidir sobre o preço do café do que sobre os assuntos relevantes que circundam o ambiente escolar. Será que é mais fácil deixar pra lá quando não conseguimos ou não temos respostas para estes desafios que chegam até nós diariamente através de nossos alunos? Será que muitas vezes o nosso cafezinho do dia-a-dia não é mais importante do que discutir formas de desenvolver um trabalho diferenciado e tentar levar nossas crianças a gostar de aprender? Os desafios são muitos mas cabe a nós encará-los já que resolvemos assumir esta profissão e devemos fazer tudo da melhor maneira possível, pois de nós depende o sucesso ou o fracasso de nosso trabalho diário. Temos muitas "Esmeraldas" em nossas classes? com certeza! O que fazer com "elas"? Buscar cada vez mais entender e tentar achar maneiras de trazê-las para mais perto de nós, pois só assim seremos capazes de envolvê-las no trabalho e construir uma parceria. Bater de frente? Levar tudo ao pé da letra? Nem pensar! Agindo assim estamos dando a nossos alunos o direito de não nos levar a sério.
domingo, 14 de junho de 2009
Deficiência Mental
" ...é correto incluir a deficiência mental, na seção das necessidades educativas especiais de caráter permanente, ainda que o desafio do educador consista justamente em tratar de mudar para melhor o grau de capacidade deficiente do educando..."(Alfredo Fierro) Chamou minha atenção este trecho porque fala também que a deficiência mental é uma condição permanente, mas pode ser melhorada. A pessoa que sofre destes transtornos terá que conviver com isto a vida toda, pois são "males" que não tem cura, apenas podem ser amenizadas suas consequências.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Educação Após Auschwitz

"...Receio que através das medidas educativas, por mais abrangentes que sejam, será difícil evitar que assassinos de escrivaninha tornem a aparecer..." foi difícil ler e compreender este texto, penso que foi um dos mais complicados, sob meu ponto de vista, mas ao mesmo tempo a preocupação do autor em que não se repita o que aconteceu neste tempos de guerra nos leva a pensar seriamente nos caminhos que a educação atual está tomando. Vivemos tempos difíceis em sala de aula pois, cada vez mais, os alunos estão seguindo caminhos sinuosos que nem sempre vai levá-los ao sucesso com eles imaginam. Lógico que pra se repetir tamanha barbárie com aquela de Auschwitz precisaria acontecer talvez outra guerra mundial, mas ao mesmo tempo será que nós como educadores não estamos fechando os olhos e deixando que se criem estes assassinos de escrivaninhas como Adorno cita? Não estou dizendo que fazemos isso de propósito, mas infelizmente não conseguimos sempre chegar ao coração e a mente de todos os alunos.
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